segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Acordei de sonhos matinais com seu pálido rosto na cabeça. Não lembro do sonhos, só do seu rosto. Talvez porque sua aparência seja doce, sincera, pura. Talvez seja um forma de fugir da dores que tem me rodeado nos últimos dias.

Dores, dores dores...

Escrevo sobre pois sei quem são, não sei quem eu sou. Trocaria físicas por emocionais mas, no meu caso, uma sempre acaba levando à outra.